São três da manhã e eu, sem muito o que fazer, comecei a pensar em você. Em seu rosto, seus olhos, sua boca, suas costas, seus calos nos dedos de tanto tocar baixo. Em seu sorriso, em você gritando "ai!" pra assustar alguém. Pensei em como você é quando se sente feliz, quando se sente triste.
Eu, que sempre fui estúpida e grosseira, sinto-me em um livro de poesias. Apaixonando-me novamente a cada dia que passa. Apaixonar-me por cada detalhe diferente.
São três da manhã e estou me sentindo mais feliz do que me senti durante horas, apesar de estar sozinha em meu quarto. Lembranças de um -vários- beijos. Todos seguidos de um sorriso mostrando os dentes. Lembranças do toque, do olhar, do cheiro.
São três e quinze da manhã e cá estou eu pensando em como é possível me apaixonar todos os dias pela mesma pessoa.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
Gosto de amar do meu jeito. Amar desesperadamente, desenfreadamente.
Amar.
Amar sem limites, com muito drama, sofrimento, desejo.
Amar você inteiramente. Ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida. E algum trocado pra dar garantia.
Gosto de amar assim. Você, eu e a vida.
Nós dois, matando a sede na saliva, corpo explodindo de desejo.
Gosto de amar assim. Com todo amor que houver nessa vida.
Amar.
Amar sem limites, com muito drama, sofrimento, desejo.
Amar você inteiramente. Ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida. E algum trocado pra dar garantia.
Gosto de amar assim. Você, eu e a vida.
Nós dois, matando a sede na saliva, corpo explodindo de desejo.
Gosto de amar assim. Com todo amor que houver nessa vida.
Gigia pediu pra fazer um texto inspirado em Todo amor que houver nessa vida. Tentei.
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